SANTOS JAZZ FESTIVAL

6ª EDIÇÃO - 2017

Um século do Jazz

2017, o ano que marcou o centenário das primeiras gravações de jazz, realizadas pelo quinteto Original Dixieland Jazz Band- também reverenciou os cem anos de nascimento de alguns ícones do gênero: Ella Fitzgerald, com sua linda voz, chamada de "Primeira Dama da Canção", Thelonious Monk, pianista e compositor excêntrico, autor de "Round Midnight", e de Dizzy Guilespie, o trompetista das bochechas colossais, o mais festejado de todos os tempos. Só aí soma-se 300 anos de muito swing.

O jazz resiste há um século e não pára nunca de se renovar, incorporando outras culturas e estilos. Está em todo lugar. Segundo Carlos Calado, crítico musical e coautor da coleção Folha Lendas do Jazz , "o jazz está em constante transformação, músicos de países diferentes conseguem trocar ideias musicalmente porque o jazz virou um idioma mundial" . O jazz puro nunca parou de acontecer, ele continua sendo usado como referência para outros gêneros.Há os que acreditem que jazz é um idioma universal, uma música sem preconceitos.

Por isso, nesta sexta edição do Santos Jazz Festival, vamos explorar toda essa pluralidade de gêneros.

Começamos a festa da boa música com uma Homenagem às Mulheres, um tributo ao centenário de Ella Fitzgerald. Muitas outras divas marcarão presença nos palcos do Festival, como Blubell, revelação da cena jazzística de São Paulo, acompanhada de seu quarteto. As Divazz, que farão uma homenagem às grandes divas, blues & soul. Teremos também Rosa Marya, famosa por suas belas interpretações de Summertime e California Dreamin . Dolores in Blues traz para Santos as belas canções da primeira mulher a participar do grupo, o dos autores de letra e música, a sensível Dolores Duran, entre outras intérpretes.

Santos Jazz 2017 empunhou também a bandeira pela diversidade de gêneros - trazendo músicos que representem a luta contra qualquer tipo de preconceito, seja de gênero sexual, racial ou social. Convidamos dois ícones na defesa do direito de todos serem o que querem ser: Liniker & Os Caramelows e Ellen Oléria.

Outra inovação é o palco: Arcos do Valongo. Nele tivemos todos os shows, menos o da abertura que aconteceu no Teatro do Sesc.

Nesse espaço também existiu o espaço gastronômico, bazar criativo, espaço kids, espaço maker "faça você mesmo seu instrumento", entre várias atividades que atenderam crianças, jovens, famílias e, claro, amantes da boa música

6º Santos Jazz Festival!!!

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